
Em um dia marcado por intensa mobilização cívica, a população de São Francisco do Conde atendeu a um chamado de protesto e ocupou a Câmara Municipal nesta terça-feira para formalizar o primeiro passo no processo de impeachment do prefeito Antonio Calmon.
A adesão popular foi imediata e massiva, com filas de moradores se formando dentro e fora do prédio da Câmara, todos munidos de RG e CPF para assinar o documento.
O movimento popular foi motivado por uma sequência de crises que, segundo o texto da convocação, colocaram a cidade no limite, citando problemas como: salários atrasados, merenda escolar irregular, obras inacabadas, contratos sob suspeita e colapso no transporte.
O vereador Rafael Nogueira assumiu a liderança na linha de frente, protocolando o pedido formalmente na Mesa Diretora. A medida agora obriga a Casa Legislativa a se debruçar sobre as denúncias, analisar o material apresentado e, subsequentemente, colocar a peça em votação.
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Fontes parlamentares sugerem que a pressão popular foi decisiva, afirmando que dificilmente o presidente da Casa, Nem do Caípe, agiria em favor do povo sem a mobilização dos moradores diante do escândalo.