Polícia Crime
Professora de direito é morta a facadas por aluno dentro de faculdade
O principal suspeito é um aluno da própria instituição.
07/02/2026 13h50
Por: Redação
Foto: Reprodução/Internet

Uma noite de luto e horror marcou o Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho (RO), nesta sexta-feira (6). A professora de Direito, Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas dentro de uma sala de aula. O principal suspeito é um aluno da própria instituição.

Segundo informações da faculdade e da polícia, o agressor foi identificado como João Júnior de Oliveira, de 24 anos. O crime ocorreu durante o horário de aula, provocando pânico entre os estudantes.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que o suspeito foi contido por pessoas que estavam no campus logo após o ataque.

Juliana chegou a ser socorrida por alunos e levada ao Hospital João Paulo II, mas, devido à gravidade dos ferimentos, não resistiu e veio a óbito.

O agressor foi preso em flagrante e encaminhado à Central de Polícia. A motivação do crime ainda é desconhecida.

Juliana Santiago era uma profissional respeitada em duas frentes a da educação onde Lecionava a disciplina de Direito Penal na Fimca, onde formava futuros advogados e juristas e Atuava como escrivã da Polícia Civil de Rondônia, corporação onde construiu uma trajetória de compromisso com a lei.

Notas de Pesar

A Polícia Civil de Rondônia emitiu uma nota destacando a dedicação de Juliana:

"Profissional dedicada, construiu uma trajetória marcada pelo compromisso com a segurança pública, com a Justiça e com a formação de novos profissionais. A instituição se solidariza com familiares e amigos."

O deputado federal Maurício Carvalho também se manifestou, pedindo que o crime não fique impune: "Que nenhuma professora, nenhum educador, nenhuma policial precise nunca mais sair de casa para trabalhar sem voltar".

A instituição de ensino suspendeu as atividades e deve colaborar com as investigações para entender como o aluno entrou armado na unidade e o que teria desencadeado a agressão.